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Intervenção deve ser tratada como ato de guerra, ou será inócua

Especialistas acreditam que a Intervenção no Rio de Janeiro só produzirá o efeito esperado se as forças militares atuarem como na guerra. É preciso deixar claro para população e para a marginalidade que aqueles que portarem armas pesadas, como traficantes que exibem fuzis e metralhadoras, serão considerados inimigos da sociedade e irão ser duramente combatidos.

O modelo de intervenção federal adotado no Rio só faz sentido, dizem os especialistas, se for um primeiro passo para o Estado de Defesa. Ou teremos apenas uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem) ampliada, como a que vigorou até dezembro.

O decreto de intervenção não passa de “GLO reforçada”, como a que vigorou até dezembro. É a sigla de Garantia da Lei e da Ordem.

O general Augusto Heleno, primeiro comandante das forças da ONU no Haiti defende que os militares precisam de segurança jurídica, para que não sejam alvo de processos, por cumprirem a missão de vencer o inimigo.

É essencial, diz Augusto Heleno, garantir ao interventor meios aéreos, como helicópteros armados, e forças especiais de elite disponíveis.

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