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Defesa, eficiência e transição: veja pontos cruciais do Ceará na vitória do Clássico-Rei

Ceará venceu o primeiro Clássico-Rei de 2018. Aos poucos, o técnico Marcelo Chamusca vai conseguindo acertar o time, que não vivia um momento tão bom no início da temporada. A vitória de domingo pode ser um divisor de águas para o Alvinegro em 2018. Mas antes do próximo compromisso, pela Copa do Brasil, avaliemos a vitória alvinegra pelo estadual. Abaixo, escolhemos cinco pontos importantes para o triunfo do Vovô.

Defesa consolidada. Chamusca estudou muito bem o Fortaleza. Sabia que o time de Rogério Ceni era muito obediente taticamente. Contra um ataque poderoso, Chamusca tinha a missão de frear o rival. E conseguiu. Com uma defesa sólida, chegou ao terceiro jogo sem sofrer gols. O que antes era um problema, parece ter encontrado uma solução. E ainda pode melhorar com a chegada de Rafael Pereira, que se recupera de lesão.

Eficiência no ataque. Em clássicos, detalhes resolvem. Se no começo do jogo, o Fortaleza teve uma boa chance de abrir o placar e não o fez, o Vovô não cometeu o mesmo erro. Na primeira boa chance que teve no ataque, o Ceará foi preciso. Escanteio de Ricardinho, cabeçada de Valdo e placar aberto no Castelão.

Mudanças nas laterais. Pode colocar na conta de Marcelo Chamusca a escolha de Pio como titular na lateral direita. Se Renato não estava indo bem no início da temporada, o volante que também joga como LD ganhou a chance e aproveitou bem. Foi dele o passe para Felipe Azevedo cruzar no gol de Elton. Com Pio, o Ceará ganha bastante ofensivamente. Mérito do professor Chamusca.

Transição ofensiva. O Ceará poderia ter ampliado. Se antes Felipe Azevedo deixava a desejar no ataque alvinegro, o jogador foi de extrema importância na vitória sobre o Fortaleza. Rápido e preciso nos passes, o atacante deixou Elton livre no segundo tempo para quase fazer o terceiro.

Peças de reposição. Se Gustavo foi expulso e Ceni não tinha um centroavante de ofício para repor em campo, Chamusca não tem esse problema. Dominante após a vantagem no placar, o treinador se deu ao luxo de sacar seu centroavante e colocar outro. Saiu Elton, entrou Arthur. Com características distintas, o mais jovem está em boa fase e, por pouco, também não deixou o dele. Força, posicionamento, boa jogada aérea são algumas das características do atacante Arthur, que disputa com Elton, jogo a jogo, uma vaga no time titular. Isso sem falar em Wescley, que entrou na vaga de Felipe Azevedo e o ritmo se manteve o mesmo no ataque. A tal da dor de cabeça boa para o treinador./ge

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