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Alckmin admite entregar governo de SP para outra legenda para fortalecer sua corrida ao Planalto

Geraldo Alckmin (PSDB) já admite perder o comando de São Paulo depois de 24 anos de seu partido no poder em nome da corrida presidencial. Partidários do governado já articulam a construção de um palanque único no Estado, no qual os tucanos abririam mão da cabeça de chapa pela primeira vez na história da sigla para apoiar a reeleição do vice Márcio França (PSB). 

No PSDB, quatro nomes ainda postulam a candidatura, entre eles o prefeito da capital, João Doria.

A tese defendida pelos aliados mais próximos do governador é a de que o “projeto nacional é prioridade” para a sigla eleger Alckmin presidente e retomar o governo federal depois de 16 anos, mesmo que para isso seja necessário entregar o controle do Estado mais rico da Federação.

França, vem articulando sua candidatura e já anuncia apoio de outras legendas. Ele deve assumir o governo em abril, quando Alckmin terá de renunciar para concorrer à Presidência da República.

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