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Chuvas no Rio continuam até quarta-feira, prevê Inmet

As chuvas que provocaram estragos em várias cidades do Rio de Janeiro no final de semana não vão diminuir no feriado de hoje (15), e devem se estendem até a quarta-feira (16). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê pancadas em todo o estado e temperaturas de até 27 graus Celsius. A capital, a Baixada Fluminense e a Região Serrana podem ser as áreas mais atingidas, segundo o instituto.

Na última madrugada, o volume de águas voltou a provocar deslizamentos, alagamentos e quedas de barreiras na localidade de Xerém, em Duque de Caxias – a área mais afetada do município. Famílias chegaram a ficar desalojadas, mas a Defesa Civil Municipal não registrou vítimas.

“Neste momento, a cidade está em nível de alerta, o terceiro nível de quatro e estamos de prontidão”, disse o subsecretário do órgão, Marcelo da Silva Costa.

No sul fluminense, na região conhecida como Costa Verde, em direção a São Paulo, desmoronamentos ocorreram na BR-101. Na altura do Resort Club Med, no quilômetro 477, a via chegou a ser interditada ontem (13) nos dois sentidos para retirada de barro, árvores e pedras.

O trecho mais atingido foi entre Muriqui e a Praia do Saco, onde a chuva forte alagou casas e famílias perderam móveis. Árvores caíram no centro da cidade e em Guity, danificando a rede elétrica. Na Praia do Apara, um imóvel desabou, mas não deixou vítimas.

Por causa da previsão de mais chuvas, a recomendação é que as pessoas evitem trafegar em baixa velocidade e dirigir à noite. “A Rio-Santos (BR-101) está espremida entre o mar e a montanha, por isso existe um volume de chuvas considerável na região. Então, o piso da rodovia, em determinados pontos, saturou e acabou criando buracos. O motorista vê a pista toda molhada, pensa que não tem problema, cai no buraco, fura um pneu e pode causar acidente”, alertou o subsecretário de Defesa Civil de Mangaratiba, Antônio Carlos Aniceto.

“Há perigo de novos deslizamentos, de queda de árvores e em uma curva dessas, em uma velocidade considerável, o veículo não consegue impedir uma colisão”, afirmou.

(Agência Brasil)

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