/Preso da Lava Jato: o custo alto das campanhas leva a uma arrecadação desenfreada

Preso da Lava Jato: o custo alto das campanhas leva a uma arrecadação desenfreada

Em sua defesa no processo da operação Lava Jato, O executivo Gerson de Mello Almada, vice-presidente da construtora Engevix,  em sua defesa da operação Lava Jata destacou a falência do atual do sistema político. Os altos custos de campnha levam a uma arrecadação cada vez maior. Essa bola de neve leva a uma corrupção governamental futura.

Na petição assinada pelo advogado, Antonio Sergio de Moraes Pitombo, o empresário diz que sofreu “achaques”, do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, e de outros administradores da petroleira, “em nome de partido, ou em nome de governo”.

A declaração expõe falência da política e a urgência em se acabar as doações privadas nas campanhas.

Leia trechos da petição:

“O pragmatismo nas relações políticas chegou, no entanto, a tal dimensão que o apoio no Congresso Nacional passou a depender da distribuição de recursos a parlamentares. O custo alto das campanhas eleitorais levou, também, à arrecadação desenfreada de dinheiro para as
tesourarias dos partidos políticos.

Nessa combinação de interesses escusos, surgem personagens como PAULO ROBERTO COSTA, que, sabidamente, passou a exigir percentuais de todos os empresários que atendiam a companhia. Leia-se, exigir. O que ele fazia era ameaçar, um a um, aos empresários, com o poder econômico da PETROBRÁS. Prometia causar prejuízos no curso de contratos.”

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